domingo, 27 de setembro de 2009

Como ensinar a criança a dividir os seus brinquedos?

O seu filho não sabe dividir? Não fique preocupado, pois esse comportamento é muito comum até os seis anos de idade. O segredo é ir com calma. Veja as nossas dicas para ensiná-lo.

Arquivo Crescer

O primeiro passo é entender que esse é um hábito que se desenvolve naturalmente na criança, mas exige paciência dos adultos. A criança demora a entender que precisa dividir uma coisa que sabe ser somente dela. Até o sexto ano de vida, poucos querem emprestar um brinquedo.

"O contato e a troca com as crianças da mesma idade são a melhor maneira de ela aprender a dividir e emprestar. Uma opção é levá-la, por exemplo, a um parque ou um clube", diz a psicopedagoga Maria Guimarães Drumond Grupi, diretora da Ponto Ômega Escola de Educação Infantil.

Como é um processo natural, a insistência dos pais em querer que o filho empreste o brinquedo não melhora em nada. Por isso, vá com calma. O segredo é dar possibilidades. "O adulto precisa administrar a situação, e não resolver pela criança", afirma. Dar exemplos também ajuda: os pais são sempre os modelos principais.

A entrada na escola facilita muito esse processo, porque ela convive com outros estudantes que estão na mesma fase. Logo, vão aprender juntos. Quanto mais contato e familiaridade com os pares, maior a chance de trabalhar o egocentrismo, que tende a desaparecer a partir dos 8 anos de idade.


Fonte: Revista Crescer - Setembro 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Por que fazer a lição de casa?

Entenda como as tarefas ajudam no desenvolvimento do seu filho dentro e fora da escola


Thais Lazzeri


Cris Bierrenbach

Quem já não ouviu reclamações do filho que têm de fazer lição de casa? Falta de vontade, cansaço, vontade de brincar, dormir. Esses sinais podem ser mais que meras desculpas para burlar a lição. Pode ser um sinal de que, realmente, o modo como a escola está lidando com a tarefa de casa não é tão estimulante assim.

Uma pesquisa da Metlife sobre a experiência da lição de casa, realizada com professores, pais e alunos norte-americanos, mostrou que a maioria do grupo considera a tarefa importante. Ao todo, 3.602 pessoas foram entrevistadas virtualmente. Três quartos dos alunos fazem lição ao menos três vezes por semana e gastam, em média, 30 minutos para finalizá-las. Eles também estabeleceram uma comparação com o ano de 1987 e, felizmente, o resultado também foi positivo. O dobro dos professores classifica a qualidade da lição fornecida pela escola como excelente.

Aqui no Brasil não há pesquisas sobre o assunto, mas o tema é dúvida de todas as pessoas que, de alguma maneira, estão envolvidas com o processo de aprendizagem. Para Mauro Lopes da Fonseca, professor de geografia do Colégio Alicerce (SP), a lição tem de ser atrativa e motivadora. “Ela serve como um termômetro para a avaliação das aulas em classe. O desempenho do estudante mostra o quanto ele está integrado em classe ou em quais pontos precisa se dedicar mais”, diz.

A lição de casa não serve apenas para dar continuidade ao aprendizado em sala de aula. Ela pode ir muito além. A criança aprende o tempo inteiro, e não só quanto está estudando. A criança aprende a ter compromissos com prazos, a se organizar para ter tempo para estudar, a buscar conhecimento em outras fontes de informação, como livros e Internet. Mauro sugere, ainda, maneiras dos pais estimularem os filhos a fazerem lição de casa.



Estimule seu filho em casa

Auxilie seu filho a fazer a tarefa, e não faça por ele. Primeiro porque o processo de aprendizado vai ser interrompido, segundo porque o professor não vai saber se a criança precisa ou não de reforço em alguma área.

Use os temas cotidianos para mostrar que o que se aprende na escola pode ser aplicado no dia-a-dia. Exemplos: matemática na hora da pagar contas no supermercado, imigração japonesa para entender de história e geografia.


Fonte: Revista Crescer - Setembro 2009



domingo, 23 de agosto de 2009

Criança canhota

Aproveite as dicas para facilitar a vida do seu filho canhoto


Jeanne Callegari e Thais Lazzeri


Beto Tchernobilsky

Há problema em a criança ser canhota? Não, claro que não. Pesquisas sugerem que ela pode até ter mais facilidade para memorizar coisas. O fato é que o cotidiano dela será um pouco mais complicado porque o mundo é dos destros, apesar de estimativas apontarem que quase 10% da população não tenha habilidade com a mão direita. A vida dos canhotos segue normal apesar de a ciência ainda pouco conhecer sobre eles. Provavelmente, existe um componente genético responsável pelo domínio do lado esquerdo.

Estudo feito no início dos anos 90 revelou que filhos de pais destros têm 9,5% de chance de ser canhotos. Mas, quando o pai ou a mãe é canhoto, a possibilidade sobe para 19,5%. Outro dado concreto é que a dominância é mais forte nas mãos, porque elas exigem atividades mais sofisticadas, ou finas, como a escrita. Essa "facilidade" com o lado esquerdo aparece logo no primeiro ano de vida. Segundo Raquel Caruso, psicomotricista, psicopedagoga e fonoaudióloga, a criança escolhe uma mão para conhecer o mundo. "Ela apalpa os objetos, tenta pegar alguma coisa, faz os primeiros rabiscos no papel", diz. Mas a confirmação real virá em torno dos 6 anos, quando a criança começa a ser alfabetizada.

Cinco formas de facilitar a vida do canhoto

1 – Se você notou que seu filho pequeno tem tendência a ser canhoto, avise a escola para que os educadores o ajudem nessa descoberta.

2 – Caso a criança esteja sendo alfabetizada, converse com a escola para que seja providenciada uma carteira adequada.

3 – Não “corrija” a criança mudando os objetos da mão esquerda para a direita. Senão ela pode ter dificuldade de aprendizado.

4 – Mesmo com poucas ofertas, compre o que for desenvolvido para ele. Alguns cuidados melhoram o desempenho escolar dessa garotada.

5 – Para manter bem a auto-estima do filho, invente histórias de reis, rainhas, heróis e heroínas canhotos.


Fonte: Revista Crescer - Agosto/2009

Escola: só o esforço dela na educação do seu filho não basta


Manuel Marques

Que uma boa escola é importante para a educação do seu filho você já sabe. Agora você tem idéia do quanto é fundamental as atividades que faz com ele em casa para o seu desenvolvimento? Um estudo realizado na Universidade de Londres com crianças de 3 a 10 anos de idade sugere que o nível de escolaridade dos pais, o ambiente em que a criança vive e uma boa pré-escola são essenciais para a criança chegar aos 10 anos com sucesso em matemática.

Para Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil do Colégio Santo Américo, estar em uma boa escola é importante por conta do conteúdo e conceitos que a criança recebe para a sua faixa etária. Porém, o principal fator para o bom desempenho escolar dela são os pais. “Ela precisa saber que eles estão juntos em seu aprendizado e se importam com isso. A criança gosta de ver que está agradando e aprendendo para alguém”, diz.

Quando você brinca com seu filho com um jogo da memória, por exemplo, é claro que está estimulando-o no seu raciocínio e na atenção. Só que, mais do que isso, esse é o momento que você está perto e faz com que perceba o quanto é fundamental aprender e o quanto ele é importante.

O emocional bem resolvido da criança faz com que ela tenha mais sucesso em seu desenvolvimento escolar, seja no raciocínio lógico (a matemática, por exemplo) ou na alfabetização. “De nada adianta os pais terem uma ótima escolaridade se não motivarem seus filhos”, diz Liamara.


Fonte: Revista Crescer - Agosto/2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Projeto Dinossauros


As crianças do Maternal ficaram encantadas em conhecer o mundo fantástico dos Dinossauros! Conhecemos e aprendemos sobre várias espécies desses animais, seu modo de viver e sua alimentação. Descobrimos que muitos deles se parecem com animais que existem hoje e que sua existência na Terra foi muito importante. Conversamos, realizamos atividades, confeccionamos jogos e aprendemos muito!!! Para finalizar o projeto, confeccionamos junto com os alunos do 1 período, uma linda maquete que ficou exposta na frente de nossa escola, sendo esta muito admirada e elogiada por todos.

Projeto "Fazendo Arte no Maternal"


Com esse projeto, nossos alunos tiveram a oportunidade de conhecer e utilizar diversos tipos de materiais nas mais diferentes técnicas de pintura. Conheceram também sobre a vida e obra do grande pintor Van Gogh e através disso, foram capazes de realizar uma linda reeleitura de um de seus quadros mais famosos "Os Girassóis".

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Projeto Hábitos Saudáveis - Higiene e Alimentação

Parece que eles ainda são muito pequenos, mas é nessa faixa etária de 3 aos 4 anos, que os educadores devem começar um trabalho de conscientização de uma vida saudável, sendo ela pela alimentação e pelo cuidado com a higiene do corpo. Por isso, como educadora do Maternal, realizei esse trabalho com os meus alunos. Começamos em rodas de conversa a desenvolver o tema. Depois disso, foram utilizadas brincadeiras, receitas, histórias e até mesmo aulas práticas de higiene e alimentação saudável para que o conteúdo fosse bem assimilado pelos alunos. E todo esse trabalho, deu muito retorno. Nossas crianças passaram a levar frutas na merendinha e até mesmo começaram a questionar se a sua merendinha era saudável. Esse resultado é muito gratificante para um educador!!!

Projeto " Um pouco de tudo, um pouco de mim"


Através do Projeto “Um pouco de tudo, um pouco de mim” a turminha do Maternal do Centro Cenecista Educacional de Muriaé, teve a oportunidade de contar suas histórias e de fazer história. Realizamos várias rodas de conversa, ouvimos o nosso amigo e com ele tivemos a chance de aprender muito. Aprender, principalmente, que apesar de diferentes somos iguais em sonhos, gostos e sentimentos.
Conversamos sobre família, amigos, bichos de estimação e realizamos muitas atividades que só fizeram por engrandecer o nosso projeto. Contamos com a participação super especial dos pais, que nos ajudaram e muito, a recontar grandes histórias. Depois de ouví-las pensamos: - Será justo deixar essas histórias soltas ou talvez até perdidas no tempo? Achamos que não. Por tudo isso, o projeto “Um pouco de tudo, um pouco de mim...” se transformou em um lindo livro. Muito apreciado por todos!!!