
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Em ritmo de Copa
domingo, 27 de setembro de 2009
Como ensinar a criança a dividir os seus brinquedos?
O primeiro passo é entender que esse é um hábito que se desenvolve naturalmente na criança, mas exige paciência dos adultos. A criança demora a entender que precisa dividir uma coisa que sabe ser somente dela. Até o sexto ano de vida, poucos querem emprestar um brinquedo.
"O contato e a troca com as crianças da mesma idade são a melhor maneira de ela aprender a dividir e emprestar. Uma opção é levá-la, por exemplo, a um parque ou um clube", diz a psicopedagoga Maria Guimarães Drumond Grupi, diretora da Ponto Ômega Escola de Educação Infantil.
Como é um processo natural, a insistência dos pais em querer que o filho empreste o brinquedo não melhora em nada. Por isso, vá com calma. O segredo é dar possibilidades. "O adulto precisa administrar a situação, e não resolver pela criança", afirma. Dar exemplos também ajuda: os pais são sempre os modelos principais.
A entrada na escola facilita muito esse processo, porque ela convive com outros estudantes que estão na mesma fase. Logo, vão aprender juntos. Quanto mais contato e familiaridade com os pares, maior a chance de trabalhar o egocentrismo, que tende a desaparecer a partir dos 8 anos de idade.
Fonte: Revista Crescer - Setembro 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Por que fazer a lição de casa?
Entenda como as tarefas ajudam no desenvolvimento do seu filho dentro e fora da escola
Thais Lazzeri
Quem já não ouviu reclamações do filho que têm de fazer lição de casa? Falta de vontade, cansaço, vontade de brincar, dormir. Esses sinais podem ser mais que meras desculpas para burlar a lição. Pode ser um sinal de que, realmente, o modo como a escola está lidando com a tarefa de casa não é tão estimulante assim.
Auxilie seu filho a fazer a tarefa, e não faça por ele. Primeiro porque o processo de aprendizado vai ser interrompido, segundo porque o professor não vai saber se a criança precisa ou não de reforço em alguma área.
Use os temas cotidianos para mostrar que o que se aprende na escola pode ser aplicado no dia-a-dia. Exemplos: matemática na hora da pagar contas no supermercado, imigração japonesa para entender de história e geografia.
Fonte: Revista Crescer - Setembro 2009
